Um mero detalhe
Sábado, 28/01/17. Pela primeira vez no ano, o Estádio Nilton Santos recebe o Botafogo e sua torcida em partida oficial.
Pela primeira vez, pudemos estar em nossa casa após a reforma, e ver ao vivo tudo o que há semanas, vínhamos acompanhando por fotos e enchendo nossa imaginação de expectativas, ansiedade e orgulho.
Orgulho, sim.
Mais do que uma simples reforma, ter o Niltão de ponta a ponta marcado pelas nossas cores, pelo preto e branco, nos trouxe também a honra de poder bater no peito e dizer: “É A MINHA CASA”!
A sensação que todo apaixonado por futebol tem ao pisar pela primeira vez em um estádio, é uma sensação que poucas vezes se repete na nossa vida.
Sentir o cheiro do gramado, se surpreender com as estruturas, achar tudo incrível e fascinante... Uma comoção quase inocente que só se vê nos rostos de quem vive essa experiência pela primeira vez.
Mas ontem, o Estádio Nilton Santos nos fez reviver tudo isso. Entrar por aqueles corredores e dar de cara com a Estrela Solitária por todos os lados, encheu os corações alvinegros da mais primária alegria, do fascínio mais puro!
Nos gramados no entanto, o resultado não foi o esperado. Para coroar a estreia da nossa casa neste ano, uma vitória era o mínimo que gostaríamos de levar para casa.
Uma vitória para aquecer nossas emoções para disputa das Américas que se aproxima, para embalar o time nessa jornada que está só começando.
Pudemos ter o prazer de abrir o placar, e marcar o primeiro gol nesta nova fase do Estádio Nilton Santos.
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| Zagueiro Marcelo, oriundo da base, marcou o gol do Bota |
Mas o empate veio, e por alguns momentos, jogou um balde de água fria em nossa comemoração. Colocou um pouquinho de laranja em um dia quase inteiramente alvinegro.
Mas, amigo, não é tão fácil assim estragar a nossa festa. Apesar de tudo, apesar de sabermos que um empate não era o suficiente para nos firmarmos no Estadual, ainda levamos conosco a alegria gostosa de termos um lar, desse lar carregar a nossa Estrela, e o nome do gigante Nilton Santos.
A alegria de saber o que isso representa para nós, para a história do Rio de Janeiro, para a nossa história.
A maior vitória, nós deixamos em casa.
E por tudo isso, esse empate quase passou despercebido.
Por: Diely Epíndola
Um mero detalhe
Reviewed by Diely Espíndola
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janeiro 30, 2017
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